Quando julguei não poder ser feliz;
Ao perceber que desenhos de giz
Somem depressa... não são de verdade...
Quis ser dono do meu próprio nariz,
Vaguei por tantas ruas da cidade...
Meu sonho não virou realidade
E não me veio a paz que eu sempre quis
Abri por tantas vezes meu caminho,
E enquanto eu caminhava, eu percebia
A mágoa de viver tanto sozinho.
E, olhando pra mim mesmo, eu nunca via
Tu, calada, oferecendo-me vinho...
A taça transbordante de alegria.
Nenhum comentário:
Postar um comentário